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Autor Tópico: 35 Anos, Três Gerações, Um Povo, Uma Só Nação  (Lida 1176 vezes)
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« em: Abril 22, 2010, 02:06:20 »

Quem disse que precisa ser ou estar ligado a politica para ser ou expandir o significado de patriotismo ou até mesmo criticar pessoas que pensam que possuem conhecimentos excessivos em relação a ciência ou algo do genero? A mim não me interesa oque dizem ou que deixam de dizer em relação aos meus escritos, que os faço sem nenhum interese e de forma humilde e inocente, ou seja, sinto-me movido por algo dentro de mim que diz que devo escrever ou falar doque passa no meu psico, alias, estamos num Estado de direito onde “há liberdade de expresão”.

      Caros amigos, mais uma vez decidi endereçarvos a presente para de forma particular ou auto analista expressar oque penso do significado do lema escolhido ou lançado  pelo simbolo da unidade nacional o Presidente da República, Sr. Armando Emílio Guebuza, rumo as festividades da lembrança do dia da independênia 25 de Junho de 1975.

      A presente vai de forma generalizada, em particular para os jovens laicos ou que não possuem um minimo conhecimento sobre oque ultimamente se têm falado; para vossa melhor percepção procurarei definir cada conceito, enquadra-lo exemplificando, com teses ou escritos dos “mais sábios”.

Porque 35 anos ?

35 anos devido ao tempo ou intervalo de tempo que passa desde a proclamação da indepedência no mês de Junho de 1975, ou seja, foi proclamada a indepedência de Moçambique no dia 25 de Junho de 1975 pelo então presidente Samora Moises Machel, subtraindo o ano 2010 (presente ano) pelo ano 1975 (ano da indepedência) obtemos 35 ou seja, em Junho efectiva-se 35 anos de indepedência. Voces sabem como surgiu a indepedência?

Vejam : A Guerra de Independência de Moçambique gerou a independência da antiga colônia portuguesa de Moçambique, a 25 de Junho de 1975, uma luta de guerrilha contra o exército português, também conhecida como Luta Armada de Libertação Nacional. O levantamento armado foi lançado oficialmente em 25 de Setembro de 1964, com um ataque ao posto administrativo de Chai no então distrito (actualmente província) de Cabo Delgado.

Esta luta foi organizada pela FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique), formada em 25 de Junho de 1962, pela fusão de três movimentos já existentes. Este movimento tinha base no Tanganyika (a parte continental da actual República Unida da Tanzânia) e era reconhecido pela Organização da Unidade Africana como um legítimo movimento de libertação.

A guerra de libertação expandiu-se para as províncias de Niassa e Tete e durou cerca de 10 anos. Durante esse período, foram organizadas várias áreas onde a administração colonial já não tinha controlo — as Zonas Libertadas — e onde a FRELIMO instituiu um sistema de governo baseado na sua necessidade em ter bases seguras, abastecimento em víveres e vias de comunicação com as suas bases recuadas na Tanzânia e com as frentes de combate.

A guerra terminou com os Acordos de Lusaka, assinados a 7 de Setembro de 1974 entre o governo português e a FRELIMO, na sequência da Revolução dos Cravos.(in wikipedia).

Um dia falarei na essência, como ocorera este acontecimento, pois o mesmo foi longo e para já  o objectivo não é este.

Três gerações, oque sera?

Considera-se as 3 gerações as seguintes :

Geração 25 de Setembro – Considerada a geração que lutou e libertou Moçambique do jugo colonial Portugues, tem como ponto de referência o dia 25 de Setembro de 1964 (No dia 25 de Setembro de 1964 algumas centenas de homens iniciaram em Cabo Delgado a Luta Armada pela Libertação Nacional. Este dia é comemorado anualmente como o Dia das Forças Armadas de Moçambique). Temos como referência Srs.: Eduardo Mondlane, Alberto Chipande, Marcelino dos Santos, entre outros.
 
Geração 8 de Março – alcançada a indepedência pretendeu-se  recontruir o Pais no entanto Foi a 8 de Março de 1977 que o falecido Presidente Samora Machel orientou uma importante reunião com os estudantes que na altura frequentavam a 10- e 11- classes, instando-os a se envolver mais na história da reconstrução dum país novo, atribuindo-lhes tarefas em diversos sectores de actividade, na sequência do êxodo de técnicos e quadros portugueses, a quem lhes tinha sido reservada a administração e gestão da coisa pública.(jornal noticias – 09/03/10).
Esta geração tinha como tarefa a garantia da defesa da pátria e da integridade territorial e ainda o funcionamento do então recém-criado Estado moçambicano. Esta geração abdicou da sua juventude para responder ao chamamento da pátria, participando na edificação do Estado e da Nação em diferentes frentes, nomeadamente na saúde, educação, defesa e nos sectores de produção.(Edson Macuacua).

Passam hoje 33 anos de criação desta geração.

Geração da Viragem – São considerados os jovens da actualidade, nestes não há história a considerar respeitante ao passado, visto ser o jovem actual, estudante, formado, trabalhador, emfim, nestes incute-se uma enorme responsabilidade, a manter efectiva a indepedência, lutar contra a pobreza, consolidar o espirito da unidade nacional, a cultura da paz, harmonia e bem estar, auto-estima e acima de tudo inspiração nas gerações passadas.
 
Um Povo – Nisto lembramos um dos trenchos do hino nacional “ ...povo unido do rovuma ao Maputo, no combate pela paz...” ,  emfim, aqui vemos um intuito de transmisão de união, um Povo  com ideais comuns rumo ao dessenvolvimento da nação.

Uma só  nação – Povo unido com ideiais comuns( de consolidação e/ou manutenção da paz, de desenvolvimento sócial, económico e politico, Povo de perseverança, humilde e capaz), obtemos uma nação coesa, unida rumo a vitoria, vitoria inquebravel e automaticamente a presença de auto-estima, de ser Moçambicano...

Emfim, citei alguns aspectos que tenho certeza que “te” sera útil, hum! Qualquer comentário posetivo,negativo, please escreva...

Um abraço de unidade nacional, e espere com ansiedade pela tocha, procure ve-la ou toca-la ela transporta várias histórias, culturas dos povos onde a mesma passa, todos com um só intuito “UNIDADE NACIONAL”

Paulo Sandro de Sousa
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Paulo de Sousa
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« Responder #1 em: Maio 12, 2010, 11:45:16 »

Fantasmagórico em Vilanculos

Caros amigos, primeiro importa saudar-vos e dizer que embora foram duas semanas sem “comunicação”, cá estamos novamente, de dedos nos teclados e de olhos no ecram.

Decide endereçar-vos a presente por causa da fantasmagórica embarcação encontrada em vilanculos. Talvez não tenha passado da sua mente o que me passara diante deste acontecimento, que pela liberdade psíquica que acho que possuímos passarei a citar.

Ora vejamos, nos finais do ora mês de Abril, somos privados de comunicar por uma alegada e provada avaria grossa das TDM ou meios que disponibilizam a mesma, nomeadamente a fibra óptica, por incrível que pareça a mesma deu-se em vilanculos, (largo da costa entre Vilanculos e a Beira). Por isso tivemos que voltar para era dos correios ou telegramas durante cerca de 15 dias.

Acompanhe os trenchos a seguir e tire por si conclusões:

“A embarcação em causa foi descoberta a cerca de 20 milhas de Vilanculos, uma das zonas turísticas bastante apreciadas no país, tanto por estrangeiros assim como por nacionais.

A descoberta da referida embarcação partiu de denúncias populares no passado dia 27 de Abril do ano corrente. trata-se de uma doca seca, baptizada pelo nome de Anchorage.

…Supõe-se que a doca em causa, sem nenhuma tripulação, tenha sido abandonada naquele ponto do país por uma outra embarcação proveniente de Singapura…” ( in jornal o pais online 10/05/10)

“A zona centro e norte de Moçambique está sem comunicações devido a danos num cabo submarino de fibra óptica no largo da costa entre Vilanculos e a Beira… Os testes realizados, através de equipamentos disponíveis em terra, nomeadamente na Beira, Vilanculos e Maputo, permitiram concluir que a interrupção das comunicações deveu-se a danos sofridos pelo cabo de fibra óptica, que se situa numa zona a cerca de 110 quilómetros a Norte de Vilanculos, na costa marítima onde o cabo se encontra colocado no mar cuja profundidade varia entre 30 e 35 metros”, diz a empresa.

E acrescenta: “Constatada a natureza e gravidade da avaria, uma vez que o referido cabo se encontra colocado no fundo do mar…” (in noticias lusófonas 02/05/10).

 

Questões para si e para mim;

Não achas muita coincidência?

Não seria uma sabotagem dos tripulantes?

Quem seriam os tripulantes, porque vilanculos, onde se encontram neste momento?

Porque abandonariam a doca, carregada?

O acesso as aguas da pais ou das províncias e tão fácil assim?

A imprensa mostrou com detalhes as imagens do conteúdo dos contentores?

Não seriam eles que tentaram ou tirara-nos os meios de comunicação?

 

Tanta coisa por perguntar e saber…

Um abraço

Paulo Sandro de Sousa
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« Responder #2 em: Maio 12, 2010, 11:49:17 »

Patriotismo; Vale a pena ler
Caros amigos e amigas hoje decide escrever-vos para falar de patriotismo ou oque sinto/senti quando vejo/vi o entoar do Hino Nacional.
Tenho uma colega de trabalho que reside proximo do Escola primária bons sonhos na ponta gêa, que por ser minha vizinha tenho passado por lá para pegar  boleia dela para o trabalho. Amigos emocionei-me ao ouvir o entoar do hino nacional pelos alunos, senti uma alegria tremenda, parei, sim! segui o exemplo de todos os outros que passavam por ai naquele instante, trabalhadores indo para o local de trabalho, residentes dos arredores, Pais e encaregados de educação, entre outros, todos nós em sentido, silenciosos e a contemplar a letra e o significado de cada palavra,verso e estrofe do simbolo nacional, o hino nacional é um simbolo caros amigos. Em cada verso sentia-se a vivacidade nos alunos, até parecia que os mesmos conhecem na integra o significado do hino ou do que entoam todos os dias antes das aulas.

Também entoei o hino durante os anos de aluno primário e secundário nas escolas que passei, nomeadamente Missionária American board, primária do esturro, Sansão Mutemba, Samora Machel(C.da Beira) e Francisco Manyanga( Maputo), porem não era como é ou como vi e ouvi na escola primária dos bons sonhos. Eu acho que aquilo é que é verdadeiro patriotismo, respeitar e sentir-se bem ao escutar ou a entoar o hino nacional ou os demais simbolos nacionais.

Se formos fazer uma pesquisa entre a nossa população questionando se eles sabem cantar o hino nacional, creio que o número daqueles que conhecem na íntegra será pequeno e que poucos conseguem realmente cantar. Não culpo apenas os cidadãos por não saberem, embora acredite que todos deveriam pelo menos se interessar em aprender o hino do seu próprio país, mas o próprio sistema educacional vigente que “não incentiva” que as pessoas entendam a importância de tal ato. Outro dia, assistindo a um seriado norte-americano vi que em qualquer momento, quando um cidadão escuta o hino nacional não importando o lugar, se levanta, coloca a mão no peito e canta o seu hino com todo respeito, absorvendo cada palavra como verdadeira e acredito que por esse motivo, de saber que tem um papel fundamental dentro da sociedade, que hoje os Estados Unidos, se tornaram uma grande potência mundial. Admiro isso e queria que o nosso povo agisse assim, não que isso mudasse a situação do nosso país, mas mostraria que nós Moçambicanos sabemos honrar o país que como diz o próprio hino “nós juramos por ti, ó Moçambique”.
Amigos vamos balançar as cores da nossa bandeira, desde chapeus, camisetes, entre outros, rumo a

recordação da data da nossa indepedencia, independentemente da nossa situação social, financeira ou politica.
Um abraço especial a Direcção da escola bons sonhos (que não os conheço) e a todos que de uma ou de outra forma estimulam o patritismo.


Paulo Sandro de Sousa
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