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linguadeperguntador
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« em: Maio 25, 2010, 02:12:58 » |
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SR. DIRECTOR Agradeço antecipadamente á V.Excia em conceder este espaço para a publicação desta inquietação no jornal que dirige. O sector da educação está a conhecer um “fenómeno” que deixa muito a desejar, sendo esta a razão do meu titulo . Caro leitor, enquanto se fala de reformas nas instituições há directores de escolas que se sentem ameaçados com elas. Isto porque continuam com pensamentos demagogos e agem para agradarem os seus desejos e prazeres em detrimento do que está em documentos normativos da Educação. Alguns directores das escolas chegam a tirar professores da sala de aulas por não terem bata , esta bata que não é atribuída ao professor. Alguns professores autorizados a estudar são obrigados a não terem turmas porque o horário da escola não compadece com do trabalho , enquanto que há escola com professores a fazerem horas extras ..Estes directores chegam agredir fisicamente , moralmente e emocionalmente seus colegas, tratar como fossem suas propriedades como o caso da “ Unidade 19” na cidade de Maputo largamente noticiado. Curandeiros passeiam as noites nos gabinetes de algumas escolas para poder assegurarem as funções destes dirigentes. Mesmo quando estas preocupações são denunciadas pelos funcionários aos superiores heraricos estes chegam a cobrir estes directores. Por outro lado estas atitudes contribuem grandemente para alimentarem a corrupuç?o, o que tem acontecido nalgumas direcções distritais desta cidade capital , onde para ser contratado tem que dar alguns valores monetários aos chefes dos recursos humanos que variam de dois mil a cinco mil meticais . Se já é funcionário, para ingressar no Ensino Superior através do concurso documental tem que entregar oito mil meticais . Não só, mas também para ser nomeado para cargos de direcção ou chefia tem que dar um agradecimento por dinheiro ate algumas vezes os candidatos a essas funções sofrem assedio sexual . Por isso encontramos dirigentes que não conhecem as normas , documentos institucionais e normativos . Senhor ministro da Educação é urgente que se pare com este tipo de atitudes, como diz o velho ditado “ ? de pequeno que se torce o pepino” Estes são alguns exemplos de problemas com que deparamos dia a dia nas escolas do sector publica. Gostaria de apelar a estes gestores que os tempos são outros exige se capacidades , e competências. O actual governo não se identifica com este tipo de comportamentos. Num passado recente vivemos caso Muecate , director da “ BO “ e da Administradora de Boane onde se fez a justiça por abusos semelhantes .Esperamos que assim seja para o sector da educação ,para que todos possamos formar eficientemente a personalidade em desenvolvimento ,que são os nossos alunos. Por ; António Sabão Monjane ,Docente
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