|
linguadeperguntador
|
 |
« em: Agosto 26, 2010, 01:49:10 » |
|
Após serem publicadas as duas Reflexões sobre o livro do escritor Daniel Estulim, intitulado “A verdadeira história do Clube Bilderberg”, o autor enviou uma mensagem solicitando uma entrevista comigo. Desejava que antes do encontro lê-se um capítulo importante de seu novo livro ainda não publicado e devia ser traduzido do inglês.
Ontem o recebi já traduzido em Cuba. Seu conteúdo é espetacular e merece ser analisado em seus aspectos essenciais. Selecionando parágrafos desse material ofereço uma idéia do conteúdo do capítulo, que proporciona importantes dados que para os técnicos implica um desafio.
O autor começa afirmando:
“Este é o capítulo mais estranho do que você poderá encontrar jamais em um livro, nele ou em qualquer outro que tenha sido escrito [...]. As últimas peças do quebra-cabeça serão colocadas em seu lugar para que você possa ver a imagem do mundo em que vivemos. [...] não será tão fácil fazer com que você acredite nela por razoes puramente psicológicas. Isso poderia se dever em parte a nossa própria mentalidade servil que tão esmeradamente foi criada em nos pela propaganda desumana que com tanta força tem estado dirigida contra a humanidade desde o século XIX.”
“... pequenos grupos de conspiração têm atuado contra Cuba, o Laos, o Afeganistão e a Nicarágua. Durante décadas têm estado envolvidos em tudo, desde as drogas e o tráfico de armas até os assassinatos, a guerra encoberta e o terrorismo aberto.”
“Pessoas como Geroge H.W. Bush; e William Casey, ex diretor da CIA; [...] Oliver North, o ex-homem ponta do Irão-Contras; e Mike Harari, segundo no comando do Mossad, são algumas das mais notórias neste glossário de agentes de operações encobertas...”
“Este capítulo trata das armas de destruição em massa. As armas atômicas, as armas nucleares, as mini-armas nucleares.”
“Neste capítulo analisaremos o atentando a bomba na cidade de Oklahoma, do qual foi culpada a extrema-direita estadunidense; o de Bali, do qual foram culpados os terroristas islâmicos; o assassinato de Rafiq Hariri, do qual foi culpada a Síria; e o atentado no Terminal 4 do Aeroporto de Barajas, do qual foi culpara ETA.”
“Segundo a informação oficial, às 9h02 (Hora Padrão do Centro) de 19 de abril de 1995, o caminhão Ryder, que continha aproximadamente 2.300 quilogramas de fertilizante e uma mistura de nitrometano, que detonou frente ao lado norte do Edifício Federal Alfred P. Murrah, de nove andares. A explosão destruiu a terceira parte do edifício e criou uma cratera de 9 metros de largura por 2,4 metros de profundidade na rua NW 5th Street próxima do edifício. A explosão destruiu ou danou 324 (¡!) edifícios em um raio de dezesseis quarteirões, destruiu ou queimou 86 automóveis nos arredores do lugar e quebrou os vidros em 258 edifícios próximos. A destruição dos edifícios deixou várias centenas de pessoas sem morada e provocou o fechamento de múltiplos escritórios no centro da cidade de Oklahoma. Pelo menos 168 pessoas morreram e 853 foram feridos; a maioria dos ferimentos eram queimaduras. Os efeitos da explosão foram escutados e sentidos até uma distância de 89 quilômetros.”
“Embora a versão oficial fosse confirmada pelo governo dos Estados Unidos e pela maioria dos meios corporativos, não será especialmente difícil desmentir a versão ‘oficial’ com uma versão mais sensata dos acontecimentos:
“1. Os carros-bomba não deixam crateras; as crateras só podem ser provocadas por uma carga soterrada. Inclusive se você coloca uma bomba nuclear em um caminhão e a fez explodir, contudo nessas circunstâncias, a bomba não deixará uma cratera.
“2. Os explosivos convencionais não provocam o incêndio dos autos nos arredores do lugar da explosão...”
[...]
“... foi enganado, converteram-no em cabeça de turco e finalmente mataram-no. Caso fechado. As provas foram destruídas. Não obstante, as perguntas ainda não foram respondidas.”
“12 de outubro de 2002. Atentado a bomba nuclear numa boate de Bali.”
“Segundo a versão oficial o atentado a bomba em Bili, uma tonelada métrica de explosivos convencionais colocada em um veículo tipo jipe explodiu nas vizinhanças do Clube Noturno Sari, matando imediatamente 187 pessoas, outras muitas com feridas muito graves, enormes bolas de fogo, vindas supostamente dos garrafas de gás para cozinhar, a demolição dos edifícios próximos do lugar da explosão e grandes fogos que se espalharam pelas redondezas.”
“Uma das primeiras informações sobre o atentado a bomba em Bali chegou através de Fox News: “Atentado a bomba em boate indonésia é catalogado como ato terrorista’. ‘A explosão teve lugar por volta das 11h00. [...] O lugar estava superlotado, e incendiou-se em um milisegundo’”
“ A palavra ‘milisegundo’ constitui um dos lapsos mais imperdoáveis. Mesmo como ‘nível zero’, esta palavra está reservada para as explosões nucleares. É por isso que nunca, sob nenhuma circunstância, a gente utilizaria esta estranha palavra ao fazer referência, a não ser que estivéssemos falando de uma explosão nuclear.”
“O problema é que uma explosão convencional, por grande que for não produz nem calor nem chamas.”
“Outro turista [...] declarou o seguinte: ‘Senti que meu hotel estremeceu-se violentamente e corri para a olhar pela janela. Na distancia pôde ver uma grande nuvem branca em forma de cogumelo, e soube então que não observava um ataque ordinário’.”
“Acho que todo o mundo sabe o que significa realmente uma nuvem em forma de ‘cogumelo’.
“Além disso, as explosões ordinárias não provocam incêndios nos edifícios vizinhos. São as explosões nucleares as que provocam fogos nos prédios das redondezas — devido à intensa radiação térmica que emana instantaneamente das bolas de fogo.”
“A policia indonésia declarou que o número total de mortes atingia a incrível cifra de 202 vítimas. Você não poderia matar instantaneamente um par de centenas de pessoas e ferir não só outras centenas, mas sim milhares com uma carga de 1000 quilogramas de explosivos convencionais colocados em um jipe.”
“O governo da Indonésia sabia por acaso que o que explodiu em Bali foi uma bomba nuclear? Logicamente sim. Por exemplo: o vice-presidente da Câmara, A.M. Fátua, ao se referir ao suposto terrorista que supostamente colocara a bomba, declarou o seguinte: ‘Minha consciência me diz que ele não é o autor principal. Não acho que Amrozi (o suposto terrorista) teve a capacidade para realizar todos os preparativos para o ataque a bomba, como a explosão de um tipo de mini-bomba nuclear em Bali’. Por isso o vice-presidente da Câmara de um país com uma população de mais de 200 milhões de pessoas sabia que se tratava de uma ‘mini-bomba nuclear’. Sabia-o a Presidenta da Indonésia nessa altura, Megawati Sukamoputri? E se o sabia, por que não disse nada?”
“Existe uma versão ‘confidencial’, conhecida logicamente pelo governo indonésio, os funcionários do governo dos Estados Unidos e o Mossad Israelita — segundo a qual tratava-se de uma ‘mini-bomba nuclear’ que explodiu com uma potencia de 0.01 a 0.015quilotons segundo a potencia equivalente em TNT, e que a ‘mini-bomba’ nuclear pertencia a ‘Al Qaeda’”
“No capitulo anterior demonstrei de maneira categórica que a Al Qaeda lhe seria mais fácil armar, a toda presa, uma nave espacial de madeira e aterrissar na Lua que ter acesso a uma mini-bomba nuclear. Também demonstrei que quatro nações possuem a capacidade técnica para fabricar uma mini-bomba nuclear — os estados Unidos, a Rússia, a França e Israel. Fontes confidenciais indonésias confirmaram à inteligência nuclear russa que a bomba pertencia ao Mossad de Israel.”
“Nem um só veículo apresentava indícios de se ter queimado, como aconteceu na explosão de Bali. [...] destruiria com sua enorme onda expansiva os automóveis restantes que se encontrem nas redondezas. Porém nenhum de estes efeitos esperados foi reportado depois da explosão do ‘carro-bomba’ no aeroporto de Barajas. Por conseguinte, podemos tranquilamente descartar a teoria da ‘mini-bomba nuclear’.
“De igual maneira aqui estão presentes alguns efeitos verdadeiramente estranhos — se você tenta fazer uma linha imaginaria de cima para baixo para indicar o limite exato da destruição, essa linha não seria vertical. Seria uma linha em um ângulo de aproximadamente 45 graus. Por que uma onda destrutiva que provocou estes danos se propagaria com este ângulo de inclinação?”
“Imagino que você compreendeu o que eu quis dizer. Parece que isso foi o que aconteceu exatamente aqui. Segundo parece foi uma grande explosão nuclear sob terra a uma grande profundidade, debaixo da parte central do edifício do estacionamento, a que provocou tamanha destruição.”
“Além disso, o fato de que as Forças de Segurança do Estado errassem nos seus cálculos sobre o tamanho da explosão em num 150 por cento é algo verdadeiramente alucinante. O fato de que o calculo (200-500 quilogramas) se baseie nos efeitos visíveis da explosão e na experiência dos técnicos em desativação de artefatos, faz com que pense em duas coisas: 1)Estes são os agente mais ineptos que existem na face da Terra, comparáveis, no melhor dos casos, com o famoso inspetor Cluzeau. 2) Este agentes afirmaram imediatamente que a explosão foi causada por uma bomba nuclear, e tentaram ocultar as provas à população em geral.”
“Não tenho dúvidas de que os terroristas ETA estacionaram seu Renault Traffic no estacionamento D do Terminal 4. Quando admitiram sua culpa perante os tribunais, estou certo que pensaram que suas ações tinham provocado o caos. Não obstante, o dano real, o dano nuclear, proveio de uma bomba nuclear enterrada a grande profundidade dentro do terminal. Quem sabia disso e quem o fez? Não sei. Mas acho que consegui demonstrar quem não o fez.
“Conclusões relacionadas com os atentados com ‘mini-bombas nucleares’, aliás ‘carros-bomba’ e ‘caminhões-bomba’.
“1) As ‘mini-bombas nucleares’ existem.
“2) ‘Confidencialmente’ se diz que estas ‘mini-bombas nucleares’ pertencem a várias organizações terroristas, quase invariavelmente as chamadas organizações ‘muçulmanas’.
“3) Estas ‘organizações terroristas’ não hesitam em usar estas ‘mini-bombas nucleares’ contra diferentes objetivos, a maioria deles civis.
“4) Estas ‘mini-bombas nucleares’ provocam explosões de uma potência inusual — equivalente a quantidades irracionais de TNT ou outros explosivos convencionais que puderam apenas caber no interior do maior caminhão, para não falar de um veiculo de passageiros.”
Estulin continua analisando seus pontos de vista nos parágrafos 5,6,7,8,9,10, alguns deles extensos, que omito visando a brevidade visto que não são indispensáveis para compreender sua tese.
Ao chegar ao parágrafo 11, na página 64, mais uma vez afirma:
“11) Estas ‘mini-bombas nucleares’ só puderam ser fabricadas como máximo por quatro dos países mais desenvolvidos — os Estados Unidos, a Rússia, a França e Israel.
“12) O ‘Grupo Secreto’ realiza quase todos estes atentados com as modernas ‘mini-bombas nucleares’, provavelmente apenas com um par de exceções. Este ‘Grupo Secreto’ quer seja estadunidense, israelita, francês ou russo, não tem nada a ver absolutamente com o Islã.
“13) Em todos os atentados com as modernas ‘mini-bombas nucleares’, com exceção de um par de casos, são utilizadas as ‘mini-bombas nucleares’ de terceira geração — a mais recente —, que são suficientemente pequenas para que possam ser ocultas no sistema de esgotos.
“14) Se as ‘mini-bombas nucleares’ pudessem obviamente destruir um área extensa onde existam construções de estruturas ordinárias, não podem derrubar completamente um edifício moderno fortemente reforçado mesmo se explodissem nos seus arredores — como ficou demonstrado no caso do atentado a bomba em Oklahoma, em 1995 e também no caso do atentado a bomba às Torres Khobar, em 1996.”
Com estas palavras conclui Estulin, fundamentalmente, o capítulo do seu livro traduzido do inglês.
Fidel Castro Ruz 24 de Agosto de 2010 7h06
|