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Autor Tópico: AS CELEBRAÇÕES DOS DESCRENTES (NATAL E ANO NOVO)  (Lida 2393 vezes)
abuumeir
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« em: Dezembro 24, 2012, 03:19:27 »

Em nome de Allah o Beneficente e Misericordiosos
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MENSAGEM AOS CRISTÃOS

Ó adeptos do Livro (judeus e cristãos)! E ó Papas! Na verdade cada mensageiro veio com o monoteísmo puro (At-Tawhid), e eles travaram guerra contra o politeísmo (Ash-Shirk). E entre eles era "Eesaa (Jesus - 'alayhis-salaatu foi-salaam). O Altíssimo disse,

São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o Messias, filho de Maria, ainda quando o mesmo Messias disse: Ó israelitas, adorai a Deus, Que é meu Senhor e vosso. A quem atribuir parceiros a Deus, ser-lhe-á vedada a entrada no Paraíso e sua morada será o fogo infernal! Os iníquos jamais terão socorredores.

[Al-Maa'idah: 72]

Assim, ele (Jesus - 'alayhis-salaatu foi-salaam) ordenou a adoração de Allah sozinho, e ele deixou claro que Allah era o seu Senhor, eo Senhor daqueles a quem ele estava falando, e que ele foi enviado para eles como um mensageiro, e uem associar eventuais parceiros com Allah, Allah então realmente tinha feito o Paraíso proibido para essa pessoa e sua morada final seria no fogo do inferno.

E Allah, o Altíssimo, disse:

São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.
[Al-Maa'idah: 73]




INICIO:

Alegrias e presentes à parte, muitas pessoas pensam que o Natal é o nascimento de Issa (jesus), ou então que é uma festa de paz, confraternização, e alegria... Comemoram o 25 de dezembro, de boa vontade despreocupadamente, acreditando que estão fazendo uma coisa boa, e sincera.

Muitos de nós não nos preocupamos ou questionamos de maneira adequada sobre esta tão abominável data, a sua origem e verdadeiras intenções.

 A desculpa mais comum de se ouvir é que todo mundo comemora o dia 25 de dezembro, e é uma festa de família, paz e alegria - em outras palavras, é a tradição cega que predomina nas atitudes das pessoas.

Este tradição é o do mesma tipo de tradição dos judeus que valeu de jesus uma forte repreensão na própria bíblia:

E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim;

Em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.
Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas.

E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição.

Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas. (Marcos 7:8,9 e 13).

 
Cada vez que comemoramos o Natal, vendemos artigos relacionados a ela, ou felicitamos feliz natal, escarnecemos jesus, nos tornamos cúmplices das trevas do shirk (idolatria) praticamos a hipocrisia.

 
O DIA 25 DE DEZEMBRO

"Nao sigas cegamente o que acreditas" – Alcorao

Quase todas as pessoas Cristãs incluíndo alguns crentes de outras religiões celebram o Natal, trocando presentes e desejos de "Boas Festas" ou "Feliz Natal", e se alegrando com a idéia de que estejam agindo corretamente. Na verdade, esta se tornou a tradição favorita entre os Cristãos, e é tão bem aceita que qualquer tentativa de se buscar sua origem, a qual pode ser facilmente encontrada nas enciclopédias e em documentos imparciais da história da igreja, tende a ser mal recebida. A Palavra de Deus não justifica esta celebração anual, mas a 
condena severamente em Gálatas 4:10,11: "Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco." Sendo assim a observância de uma data, mesmo que ela seja de caráter piedoso e adornada com rituais, é condenada. Jesus Cristo não veio com o objetivo de tornar popular o seu nome ou a suposta data do Seu nascimento.

Segundo J.N. Darby (Col. Writings, Vol. 18, Pag. 191), ninguém sabe o dia em que Cristo nasceu. Clemente, que viveu no segundo século, se referiu às especulações acerca da data de nascimento de Cristo como "superstição".

Para entendermos como surgiu o dia 25 de dezembro, e o que tem esta data a ver com o suposto nascimento de Jesus, é necessário analisarmos alguns fatos do passado.

O Natal foi a principal tradição da Babilônia e a principal tradição actualmente do Cristianismo.

Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode, e suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio ao povo de Noé.

Ninrode, neto de Cãm, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Um Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel com objectivo de alcaçar Allah com seus exércitos e lutar contra ele, mas acabou prevalecendo o designio de Allah (confundiu a língua dos construtores), a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades.


Ele organizou o que muitos chamam do primeiro reino deste mundo. O nome Nimrode, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde". O Qur án considera-o um dos piores ímpios. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis.
Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.  Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela.
O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro.

Conta-se que por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu" dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol.

Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração.(Maria e Jesus Cristo)
 
Esta veneração da "mãe e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua.

No Egito, [Semíramis e Ninrode] chamavam-se Isis e Osíris;

Ásia Cibele e Deois,

Roma pagã Mitra, Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia,

China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora),

América do Sul, deusa-mãe virgem Caraíba – tudo isso muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

Presente:

Em dezembro era celebrada a festa dos Saturnais, dedicado ao deus Saturno, que durava cerca de quatro dias ou mais.

Segundo criam os pagãos romanos, este deus habitava no Lácio - nome proveniente de ter ele se escondido naquela região - Lateré - que significa esconder-se, ocultar-se. E tendo sido recebido pelos homens, lhes ensinou a agricultura, trazendo, segundo a lenda, a chamada "Idade do Ouro".

Os Saturnais procuravam repetir esse período, fazendo uma espécie de feriado, quando ninguém trabalhava, os tribunais e escolas eram fechados , havendo nessa festa um fato importante: "os escravos recebiam permissão temporária para fazer tudo o que lhes agradasse, e eram servidos pelos amos".  (como acontece nos dias de hoje)

Anteriormente, era coroado um rei, que fazia o papel de Saturno, quando "usufruia de todas as prerrogativas daquele deus durante um tempo e depois morria, por sua própria mão ou sacrificado". Esta festa era uma espécie de carnaval, e se dava no chamado solstício de inverno.

Vamos entender o significado de solstício:
A Terra, ao girar em volta do sol, forma uma trajetória que é chamada de eclíptica.
Porém, como o eixo de rotação da Terra não está perpendicular à eclíptica, mas ligeiramente inclinado, o sol, na maior parte do seu curso aparente no céu, não passa exatamente em cima do equador, mas fica inclinado. Há somente dois períodos do ano em que ele passa em cima do equador que são os períodos de equinócio. Quando ele se inclina o máximo, tanto para o norte, como para o sul, dá-se o que chamamos de solstício.

Para quem vive no hemisfério norte, quando o sol se inclina o máximo para o norte, dá-se o solstício de verão, iniciando a estação de verão, e quando ele se inclina o máximo para o sul, ocorre o solstício de inverno, dando a estação de inverno, que em certos lugares chega a ser tão rigoroso que não há trabalho.
Nesses períodos, as noites são longas e frias. "Este solstício é importantíssimo para os povos nórdicos, porque de dezembro a março o sol se apaga como se prenunciasse o fim da vida. Os pagãos comemoravam a data com festas. Acendiam fogueiras, ornamentavam as ruas com flores e galhos verdes e erguiam altares nas casas. Faziam tudo para agradar os deuses e pedir-lhes que o inverno fosse brando e o sol retornasse redivivo, no início da primavera".
Em certas regiões, bem próximas do pólo norte, no solstício de inverno o sol desaparece da linha do horizonte, justamente por causa da sua inclinação aparente para o sul. Para quem vive nessa região, o sol fica dias sem nascer, trazendo, portanto, uma noite longa.

Por exemplo no Brasil, que se situa no hemisfério sul, o solstício de inverno se dá em junho, ( o Natal ocorre no verão). Nesta época , temos as chamadas "festas juninas", quando as tradições pagãs e natalinas são também apresentadas nas tradições da festa da fogueira, comidas típicas, danças, etc.

Conhecendo, então, o "sumiço" aparente do sol em certas regiões, fica fácil entender como surgiu o culto ao sol.

O sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo, considerado como "Sol invicto"., e seus equivalentes entre outros povos pagãos, são diversos: Ra - o deus egípcio; Utu - dos babilônicos; Surya - da Índia; e também Baal e Mitra. Todos estes e as Saturnálias, deram origem ao dia 25 de dezembro, como o dia do sol.

Baal, por exemplo, era o abominável deus dos cananeus, e seu nome significa "senhor"(6). Considerado o deus das montanhas, das tempestades e da chuva, simbolizava a plenitude da vida, e em sua mão estava o poder de provocar as chuvas, o nascimento das fontes, e a fertilidade da terra.

Quando o Império Romano conquistou várias partes do mundo antigo, essa divindade acabou entrando no panteão Romano, através dos escravos importados e mercenários sírios, tendo grande aceitação principalmente porque os romanos procuravam "novas experiências espirituais".

No seu culto eram imoladas crianças e adolescentes, a ponto de seus rituais serem proibidos pelo imperador Adriano (76-138 DC). Sua prática passou para a clandestinidade e, posteriormente, como as religiões egípcias, seus cultos foram depurados e desligados das tradições bárbaras. Logo, se transformaram em "severos códigos morais", elevando-se à "sabedoria dos mistérios", tal como se deu com o mitraísmo.
Quanto ao Mitra - deus indo-iraniano - era muito apreciado no exército romano onde apenas homens participavam em recintos fechados - grutas - chamados de "Mithraeum" ou "Spelaeum", muito comum dentro de
Roma.
Era uma religião de iniciação secreta, com graus, semelhantes aos existentes na maçonaria.

Mitra era adorado como deus-sol e comemorado entre os dias 24 e 25 de dezembro, quando, segundo a lenda, teria nascido de uma enorme rocha Seu nome, de raiz indo-européia, significa: "troca", "contrato" e "amizade" justamente como é considerado: "amigo de todos"

Como Baal e Mitra já eram conhecidos dos romanos, Aureliano (2127-275 d.C.), imperador de Roma, estabeleceu, no ano de 273 d.C. , o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro - "Natalis Solis Invicti" - que significa: "nascimento do Sol invencível" Foi a partir desse ponto que todas as forças do paganismo passaram para o cristianismo por conveni6encia dos próprios apóstolos e padres tendo como imagem central Jesus, enganando e infiltrando as doutrinas de iniciação aos mistérios para dentro da igreja católica. O catolicismo romano foi um dos resultados disso.
Mas, para que o plano desse certo, apareceu Constantino (317-337 d.C.), imperador de Roma, com uma nova maneira de abordar os cristãos.
Segundo uma lenda, antes da batalha contra Maxêncio, ele teve uma visão da cruz contra o sol, e uma mensagem que dizia, "com este sinal vencerás". Constantino era adorador do Sol, mas não há provas que e membro do mitraísmo, em cujos rituais eram usados pães marcados com uma cruz. Este símbolo é evidentemente pagão (A CRUZ). Conseguindo a vitória, Constantino, aparentemente, apoiou os cristãos e decretou o Édito de Milão em 313, dando liberdade de culto aos cristãos e trocando, dessa forma, a perseguição pela tolerância tão desejada.
Mas também "estava resolvido a recompensar a religião de seu novo patrono de maneira digna de um Imperador Romano."
Privilégios e grandes somas de dinheiro foram doados às igrejas de todas as municipalidades".
Ele "legalizou" o cristianismo perante o mundo pagão e "os sacerdotes cristãos tiveram direito à mesma insenção fiscal concedida aos de outras religiões".
 
Na verdade, Constantino igualou o "cristianismo" com o paganismo. Ele achou que foi uma boa estratégia uma vez que cristãos eram cruelmente perseguidos, agora, receberam do imperador a liberdade de culto, e passaram a enfrentar um novo problema: a interferência do Estado na Igreja . Constantino comprou os sacerdotes romanos, conseguiu aliciar, e de fato, governou a igreja de Roma, e introduziu nela os ritos pagãos.
 Como adorador do Sol, não resta dúvida a sua influência: ele fez do dia 25 de dezembro uma festa cristã, para que se celebrasse o nascimento de Jesus.

Ele fez da festa de Mitra, Baal, Osíris, Apolo, e outros deuses abomináveis, a festa do nascimento de Issa - Uma forma de sincretismo religioso.Eles por influencia de escritos de outro deturpador do cristianismo (Paulo) Constantino era considerado convertido a Cristo. E na verdade ele foi devidamente utilizado para a circunstância.

De acordo com algumas fontes cristãs há evidências de que sempre existiram verdadeiros cristãos que não comemoravam o Natal (tavez sejam aqueles que eram seguidores do apóstolo bernabé) cujo seu envagelho é conhecido como o envagellho autentico sobre jesus e que não envolve idolatria, trindade, etc...

Pela hipocrisia da história em registrar evidências que para agradar o mundo, tanto o envagelho de bernabé é desconhecido bem como outras fontes cristãs. Porém, sempre escapa algumas dessas provas: Por exemplo"a comemoração do Natal a 25 de dezembro não foi passivamente aceita por todas as igrejas cristãs, em virtude de sua identificação com a festa pagã do solstício. A controvérsia levou o clero armênio a considerar os sacerdotes romanos como idólatras". Pois
"Não se sabia a data precisa do nascimento de Jesus. Os primeiros cristãos não celebravam Seu nascimento porque consideravam a comemoração de aniversário um costume pagão".

A ÁRVORE DE NATAL E SUA RELAÇÃO COM JESUS
A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é um chamamento chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem.
Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode, Tamuz e a Semírames.
Depois da morte prematura de Ninrod, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual.
Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela.
O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal".
A própria biblía em Jeremias 10:3-4: 3  Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.

Neste versículo há no final uma advertênciapporque trouxeram para dentro de casa um costumes de povos pagãos.

Como os cultos pagãos geralmente estão ligados às estações do ano, conseqüentemente deram origem ao culto solar.

Porém, as estações do ano estão ligadas também ao ciclo do florescimento da vegetação .
Surgiu, assim, a adoração à plantas, particularmente à árvores. E para dar sentido à esta adoração, os pagãos associaram os seus deuses às respectivas árvores.

No Egito, por exemplo, o deus Osíris "personificava o crescimento da vegetação e das forças criadoras do Nilo", sendo representado, pelo cedro. Outros deuses de outros povos, tinham suas representações vegetais: Átis, o abeto (pinheiro), Júpiter , a azinheira, Apolo, o louro, e mais uma infinidade de outros deuses e suas árvores, que não vale a pena mencionar aqui.

Contudo, a própria bíblia dos cristãos registra sobre esta abominável modalidade de culto pagão, quando fala sobre a Ashera.

Esta era uma deusa cananéia, chamada também de "Ashera-do Mar", ou "Senhora do Mar", cujo filho era o tão mencionado Baal.

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