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Autor Tópico: AS CELABRACOES DOS DESCRENTES (NATAL E ANO NOVO) 3  (Lida 1803 vezes)
abuumeir
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« em: Dezembro 24, 2012, 03:21:47 »

O PAI NATAL
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o Papai Noel surgiu no século passado, quando Thomas Nast, pintor norte-americano, criou esta figura sorridente de barbas brancas.

Muitas pessoas pensam que o Papai Noel seja o elemento principal que deu origem ao crescente consumismo das festas natalinas - o que não deixa de ser verdade. Porém, se analisarmos melhor veremos que, mais do que o consumismo, ele tem uma importância fundamental para realçar o Natal.

Quando examinamos a origem pagã do Natal, buscamos as fontes no passado, quando os cultos à deuses estranhos eram de grande importância para os pagãos. O pretexto para manter aqueles cultos foi colocar Jesus no meio de uma festa que não tem nada a ver com Ele. Atualmente, os rituais foram mantidos, mas os deuses foram esquecidos, e Jesus se torna dispensável, pois, para o mundo, não tem a menor importância se o Natal corresponde ou não ao nascimento de Jesus.

Somente para os crentes caristaos ou catolicos, que defendem estas festividades pagãs, pois para eles é  interessante manter esta grande mentira.
Para os católicos, seria também interessante manter a festa de Natal, como o nascimento de Jesus, mesmo sabendo que é uma grande mentira.

Então restou, portanto, para o mundo em geral, a necessidade de um ídolo que fosse mais conveniente para manter "o espírito do Natal" , visto que nem todo mundo poderia ser tão "religioso".

Este ídolo teria que servir tanto para todos: muçulmanos, católico, ecumênicos, como também para um ateu. Pois, o importante é a imagem, os ritos mágicos, e o espírito do Natal.

Há relatos dos próprios cristãos que no passado, houveram cristãos que combateram estas festas, como já foi mencionado. Por exemplo os puritanos, na Inglaterra, proibiram os festejos natalinos em 1644, tendo o mesmo ocorrido na Escócia. Esta proibição conseguiu atingir os territórios puritanos dos EUA, que mesmo assim só comemoraram o Natal cerca de 200 anos depois, em 1836. Tinha-se de manter, portanto, um meio de garantir a festa de Natal.

Era necessário criar uma imagem que fosse bem aceita pelo público - uma imagem agradável - definitivamente associada à festa de Natal. E o Papai Noel foi criado especialmente para cativar as crianças - criando desse modo um laço de afetividade que dificilmente seria destruído, mesmo quando esta criança, se tornando adulta, soubesse que o Natal é uma grande mentira.

E quem hoje, entre os cristãos, aceitaria combater esta festa que, na verdade, é uma de orígem idolatra pagã? Houve uma alteração da mensagem do messias que infelizmente influenciou a alteração da mensagem de Jesus (o Monoteismo puto).

O Natal, porém, tinha também outras finalidades. Não há mais deus Mitra, nem Apolo ou Baal no auge de algum povo. Na festa de Natal sobraram apenas os símbolos: a guirlanda, a árvore, os presentes, as velas, os enfeites, as estrelas - objetos inanimados, de origem pagã, mas nenhuma figura viva.

Se realmente Jesus tivesse nascido no dia 25 de dezembro, sem dúvida seria o representante ideal, e não precisaria de uma outra figura.

Porém, é o Papai Natal que está em destaque, e não ; é o Papai Noel quem move a festa, a quem se atribui a distribuição dos presentes - uma grande mentira - pois, até as crianças sabem de onde vem o dinheiro do presente. Mas, ele é tido como o benfeitor e amigo de todos (como deus Mitra), simplesmente porque o Pai Natal é a reencarnação de Baal, Apolo, Osíris e Mitra.

A sua criação baseia-se nas lendas sobre Nicolau, um suposto santo do séc. III a IV da era cristã, da cidade de Mira, na Ásia Menor.

Conta-se que Nicolau, herdeiro de grande riqueza, a distribuiu entre os pobres e as crianças "que não tinham com que se alegrar durante o Natal".

Como ele se tornou o "santo protetor" de diversas causas no meio popular, "para cada caso foram criados episódios de sua vida para justificar a devoção" é "considerado protetor das crianças, dos marinheiros ... das noivas, dos comerciantes, dos escravos, dos sentenciados, dos homens ricos, dos ladrões". Podemos dizer que é um "santo" para "quebrar qualquer galho", razão pela qual foi escolhido para dar origem à figura de Pai Natal.

As Velas
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As velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite. Acendê-las constituem um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acesa está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo as velas são chamadas de demônios; é uma simbologia de “manter os demônios vivos”.

Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário (acabou a luz!), para alumiar ambientes, ou como decoração naquele jantar romântico, mas, no Natal, elas absorvem esta simbologia satânica, ainda mais vermelha!
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Abu Umeir
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