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14236  Destaques / África / TV Brasil lança canal internacional para África em: Setembro 09, 2010, 12:48:27
por ANA MARCELA


A TV Brasil lançou um canal internacional que irá transmitir para 49 países africanos. “Não quero um canal de televisão que fale bem do Lula. Quero um canal que fale bem do país, que possa mostrar o Brasil tal como é”, comentou Lula da Silva, presidente do Brasil, durante a cerimónia de lançamento do canal em Brasília, citado pela BBC online.

O TV Brasil Internacional irá transmitir para 49 nações africanas com enfoque especial em Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial. A estação quer ainda atingir os 3 milhões de brasileiros no exterior, adianta Marilena Chiarelli, a gerente-executiva do canal, citada no site do canal. Estão ainda previstas emissões para a América Latina, Estados Unidos, Canadá e Europa. Notícias e cultura são os conteúdos que compõem a grelha do canal que terá por base conteúdos da TV Brasil (operador que integra o sinal das televisões públicas federais).

http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/26/tv-brasil-lanca-canal-internacional-para-africa/
14237  Destaques / África / Quadrinhos resgatam história da presença africana no Brasil em: Setembro 08, 2010, 01:28:14
O livro "AfroHQ: História e Cultura Afro-brasileira e Africana em Quadrinhos", produzido em parceria pelas alunas de Artes Plásticas da UFPE Danielle Jaimes e Roberta Cirne e o professor Amaro Braga, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), busca o resgate da história da presença africana no Brasil e suas contribuições para a formação da cultura brasileira. A obra de 90 páginas foi lançada em julho na. Ex-professor substituto da UFPE, Braga realizou o trabalho de pesquisa e redação do roteiro, enquanto o visual (desenhos e pintura) foi criado pelas alunas.
 
Narrada pelos orixás, a aventura inicia no surgimento do homem na África, passa pela escravidão e chega a não apenas pontuar, mas aprofundar as contribuições materiais e imateriais do povo afro no patrimônio brasileiro. Para elaborar o roteiro, Braga utilizou-se de uma vasta bibliografia sobre a presença negra no país, desde o clássico "Casa Grande e Senzala" de Gilberto Freyre a vários manuais publicados pelo Ministério da Educação (MEC) nos últimos anos. As prévias do roteiro e do desenho, criados a partir da discriminação das cenas, eram apresentadas aos consultores, que emitiam críticas para guiar a equipe a fim de propiciar ao trabalho uma transdisciplinaridade que não privilegiasse nenhuma das abordagens (História, Antropologia, Sociologia e Política).
 
Sobre a produção das imagens, Daniele revelou que cada uma das 3 tiras que compõem as páginas, com média de 2 quadrinhos cada, foram feitas em folhas A4 e depois juntadas, para aumentar a qualidade do trabalho. Há também páginas com uma única ilustração vertical; nesse caso, para não fracionar a gravura, ela foi desenhada em uma única folha. À medida que criaram as representações dos personagens, uma designer mostrava à outra para que ela copiasse quando necessário formando a sólida linha condutora da obra. Os traços são incrivelmente detalhados, com abundância de cores – característica da cultura afro – na maior parte das páginas.
 
De acordo com o Braga, a sintonia entre as alunas permitiu maior agilidade à etapa de arte do trabalho. Os traços, apesar de guardarem suas particularidades, são muito parecidos aos olhos do leitor desatento, proporcionando unicidade à obra. "As meninas têm um traço completamente especial, único; fazem um desenho muito realista e ao mesmo tempo leve e sinuoso, o que imprime um ar nostálgico ao trabalho. Quando descrevo uma cena e falo das características plásticas que quero impor ao material, elas entendem perfeitamente", elogiou Braga, que também escolheu o design das letras da HQ.
 
A publicação chega ao mercado no período da aprovação do Estatuto da Igualdade Racial pelo Senado Federal (16 de junho), que aguarda apenas a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, desde 2003 existe a lei que prevê a obrigatoriedade do ensino de conteúdos curriculares sobre a História e a Cultura Africana e Afro-brasileira nas escolas. Os professores poderão, portanto, apresentar estes conteúdos em sala de aula com maior facilidade, atraindo a atenção dos alunos com o conteúdo visual de alta qualidade. A barreira do preconceito, no entanto, ainda persiste: muitas escolas religiosas não aprovam a presença dos orixás, pois é uma crença não-ortodoxa. Para Roberta, a utilização deste tipo de material "depende da abertura da escola, vai da cabeça de cada diretor". Há educadores que questionam, inclusive, se histórias em quadrinhos são uma forma legítima de arte.
 
O patrocínio do Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, foi vital para a realização do projeto, pois permitiu que Roberta e Danielle se dedicassem quase exclusivamente à confecção dos desenhos. Além disso, o alto preço da parte gráfica foi custeado por esse investimento, que foi aprovado em dezembro de 2008. No total, o trabalho durou pouco mais de um ano. No lançamento da AfroHQ, estiveram presentes um grande número de yalorixás (mães-de-santo) e o mestre do quadrinho nacional Lailson de Holanda Cavalcanti, grande incentivador da produção de quadrinhos em Pernambuco. Os autores procuram uma editora que invista na expansão do produto, "já que esta primeira tiragem é praticamente exclusiva para bibliotecas de escolas públicas", contou Daniele.
 
Este é o sétimo álbum feito pelo professor em parceria com Danielle e Roberta. O primeiro volume da série de histórias em quadrinhos – "Passos Perdidos, História Desenhada: A Presença Judaica em Pernambuco no Século XX" – resultou da adaptação do livro "Passos Perdidos, História Recuperada: A Presença Judaica em Pernambuco", da professora Tânia Kaufman (UFPE). O penúltimo álbum, "Heróis da Restauração Pernambucana" (2009), foi uma adaptação dos livros do Professor José Antônio Gonçalves de Mello, professor de História emérito da UFPE. O próximo livro irá abordar as contribuições da cultura indígena para a formação do Brasil, enfatizando as dez nações indígenas de Pernambuco.
 
Fonte: Mariana Ferraz, da UFPE

http://www2.abong.org.br/final/noticia.php?faq=21724
14238  Destaques / África / Concurso para obras inéditas de autores brasileiros e africanos em: Setembro 03, 2010, 12:55:15
   Escrito por Portal MEC - Ionice Lorenzoni      

Escritores brasileiros e de países africanos de língua portuguesa podem inscrever livros para a quarta edição do concurso Literatura para Todos que, neste ano, vai distribuir R$ 90 mil às nove melhores obras. As inscrições se estendem até 13 de outubro.
 
Para concorrer, os autores devem apresentar livros inéditos, dirigidos a neoleitores jovens, adultos e idosos em processo de alfabetização e matriculados em turmas de educação de jovens e adultos nas redes públicas da educação básica. Conforme o edital do concurso, as obras literárias devem ter narrativa atraente, favorecer o envolvimento afetivo e apresentar uma leitura do mundo.
 
Reafirmar o valor da leitura e da palavra escrita e contribuir para a formação de uma comunidade leitora, capaz de compreender a função de ser e estar no mundo, além dos modos de produção social e cultural, são objetivos desta iniciativa do Ministério da Educação. Estreitar laços culturais com os países africanos de língua portuguesa é outra finalidade.
 
A quarta edição vai selecionar duas obras dos gêneros: prosa (conto, novela ou crônica), poesia, texto da tradição oral (em prosa ou em verso); e uma obra de perfil biográfico e dramaturgia. Os concorrentes dos países africanos – Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe – podem escolher uma das cinco modalidades.

Leia mais em: http://www.abrelivros.org.br/abrelivros/01/index.php?option=com_content&view=article&id=4031:concurso-para-obras-ineditas-esta-com-inscricoes-abertas&catid=1:noticias&Itemid=2
 
14239  Destaques / África / FUNDADOR DO CENTRO CULTURAL ORÙNMILÁ PARTICIPARÁ DO ENCONTRO DA DIVERSIDADE em: Agosto 30, 2010, 09:55:40
O fundador do Centro Cultural Orùnmilá de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, Paulo C. Pereira de Oliveira, participará como palestrante do Encontro da Diversidade Cultural Brasileira, que será realizado de 04 a 06 de setembro, na Fundição Progresso, Rio de Janeiro. Oliveira, que também é sacerdote tradicionalista Yorubá, foi convidado pela Secretaria da Identidade e da Diversidade do Ministério da Cultura e fará sua intervenção na mesa redonda Espiritualidade e Diversidade Religiosa representando as Comunidades Tradicionais de Terreiros.

Leia mais em: http://almanakutnews.blogspot.com/2010/08/fundador-do-centro-cultural-orunmila.html
14240  Destaques / Desporto / Brasileiros torcem pelo Uruguai em: Julho 03, 2010, 08:01:45
Com a eliminação do Brasil, pela Holanda, na Copa do Mundo de 2010, os brasileiros que torciam pelo Paraguai e Argentina, se juntaram à torcida pelo Uruguai, que venceu o Brasil em casa, conquistando a Copa de 1950.

Alguns torcem pela "Celeste", pelo fato da Seleção Uruguaia ter no elenco, os jogadores Loco Abreu, que atua no Botafogo Futebol e Ragatas, do Rio de Janeiro, e Lugano, que teve excelente passagem pelo São Paulo Futebol Clube.

Há também, as torcidas pela Alemanha, Espanha e Holanda, através das colônias de descendentes destes países no Brasil.

Mas os pensamentos dos brasileiros, após a decepção na Copa da África do Sul, se voltarão para as Eleições 2010, que escolherá o novo Presidente, novos governadores estaduais, novos senadores e novos deputados federais, após alguns anos de escândalos, denúncias de corrupção, condenações e impunidade.

Também há a preocupação com a Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no Brasil, onde as obras estão atrasadas, há muita polêmica quanto às 12 sedes, sendo que algumas querem desistir e São Paulo ainda continua sem a definição de onde serão realizadas as partidas na cidade, já que o Estádio do Morumbi, um dos maiores estádios particulares do mundo, foi vetado pela FIFA.

Há também, especulações sobre nomes de técnicos que podem assumir a Seleção Brasileira, substituindo Dunga, mas Felipão, ex-campeão do mundo em 2002, e técnico de Portugal em 2006, e Mano Menezes, técnico do Corinthians, manisfestaram interesse.

A pergunta que está no ar é:

O Brasil vai conseguir realizar a Copa do Mundo de Futebol, em 2014?

14241  Destaques / Desporto / Ribeirão Preto - SP, se consolida na história do automobilismo brasileiro em: Junho 02, 2010, 03:55:48
Ribeirão Preto, no interior do Estado de São Paulo, se consolida na história do automobilismo brasileiro no dia 06 de junho
14242  Destaques / Desporto / Assistir a Copa na África do Sul requer cuidados em: Maio 30, 2010, 11:05:31
Para os amantes do futebol que pretendem viajar para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de Futebol na África do Sul, camiseta e bandeira brasileira não são os únicos itens obrigatórios.

O Ministério da Saúde elaborou uma lista dos cuidados necessários para o brasileiro viajar sem aborrecimentos: é necessário tomar algumas vacinas com antecedência mínima de dez dias antes do embarque, providenciar um receituário completo com a relação dos medicamentos de uso contínuo e contratar um seguro de saúde internacional.

De acordo com Eduardo Hage, diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, quem for viajar ao continente africano tem que estar em dia com a vacina contra sarampo, rubéola e febre amarela.

Além disso, conforme a faixa etária, os calendários de vacinação (criança, adolescente, adulto/idoso, povos indígenas), também devem ser atualizados para caxumba, difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e poliomielite.

“No caso da febre amarela, a entrada no país só é permitida com a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia”, por exigência do governo daquele país alerta o diretor. Essas vacinas são fornecidas gratuitamente em todos os Estados do país, nos postos de saúde.

Mas cabe lembrar que, após tomar a vacina de Febre Amarela, o viajante precisa levar seu passaporte e o cartão de vacinação assinado a um Centro de Orientação ao Viajante da Anvisa para obter o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia.

“Muitas pessoas deixam para validar o cartão no aeroporto, um pouco antes do embarque e aí, podem ter surpresas desagradáveis. O centro da Anvisa pode estar fechado no momento do embarque ou o cartão ter falhas no preenchimento”, adverte Hage.

Há centros em quase todos os portos e aeroportos do país. Para um atendimento mais rápido, cadastre-se primeiro no Sistema de Informações de Portos, Aeroportos e Fronteiras, disponível na internet pelo endereço: www.anvisa.gov.br/viajante.

Eduardo Hage acrescenta ainda que também é importante se prevenir contra sarampo e rubéola, doenças com ocorrência de surtos na África do Sul e que são de fácil transmissão.

“Todos que se deslocam ao evento devem ser vacinados com antecedência de pelo menos dez dias, pois a vacina é a forma mais fácil e eficaz de prevenir contra estas doenças, que já tiveram sua transmissâo interrompida em nosso país”, destaca.

Recentemente a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) emitiu comunicado recomendando a todos os moradores das Américas e equipes de futebol que vão à África do Sul que tomem a vacina contra sarampo e rubéola antes da partida.

Prevenção

O Ministério da Saúde recomenda ainda que o torcedor tenha alguns cuidados na hora de se alimentar, evitando consumir alimentos vendidos por ambulantes. Para evitar desarranjos intestinais, opte por alimentos bem cozidos e assados e evite consumir carne crua e/ou mal passada.

De preferência, beba somente água mineral ou outras bebidas industrializadas sem gelo, já que não se conhece a procedência da água usada na produção do gelo.

“Mesmo que a água ou o gelo não apresentem cor e/ou cheiro diferenciados, eles podem estar contaminados, ocasionando diarreia e outras doenças”, alerta o diretor.

Durante a viagem, evite se sentar ou deitar diretamente na grama. O uso do repelente é essencial para afastar os insetos e carrapatos, que podem transmitir doenças graves como dengue, malária, febre amarela e febre maculosa.

Se for fazer um safári, por exemplo, use roupas de mangas compridas (preferencialmente cores claras) e calças compridas dentro de botas. Examine seu corpo a cada três horas para verificar a presença de carrapatos.

Caso os encontre, retire-os com uma pinça tomando o cuidado para não esmagá-los com as unhas, pois isso pode liberar as bactérias e contaminar partes do corpo. Mantenha-se longe de aves vivas ou abatidas em granjas ou mercados públicos. Não esqueça também o uso do filtro solar.

Além disso, fique atento ao surgimento de alguns sintomas como dor no corpo, dor de cabeça e principalmente febre. Caso sinta algum desses sinais, mantenha-se hidratado e procure uma unidade de saúde imediatamente.

“Para maior comodidade, contrate um seguro de saúde antes da viagem, pois imprevistos podem acontecer e um atendimento médico particular vai custar caríssimo por conta da Copa”, adverte.

http://www.parana-online.com.br/canal/viagem-e-turismo/news/450292/?noticia=ASSISTIR+A+COPA+NA+AFRICA+DO+SUL+REQUER+CUIDADOS?reference_id=e3dae595be64d5ff30effa4b53dbab4b4d4031a
14243  Destaques / África / Morre o presidente da Nigéria em: Maio 06, 2010, 10:10:45
Segundo o jornal "Destak", de Portugal, morreu ontem, dia 05 de maio, o presidente nigeriano Umaru Yar'Adua.

Umaru, primeiro líder na Nigéria em 40 anos a ter estudado em uma universidade, tinha problemas cardíacos e acabou falecendo aos 58 anos, após longo período de afastamento, como disse uma fonte da presidência.

http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Mundo/2010/05/06/morre+o+presidente+da+nigeria+9478401.html
14244  Destaques / África / Orùnmilá: um pedaço da Àfrica em Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil em: Abril 22, 2010, 03:26:36
Orùnmilá: um pedaço da Àfrica em Ribeirão

Centro Cultura proporciona oficinas para 150 jovens e adultos

Da reportagem

A referência de cultura negra em Ribeirão Preto fica no Tanquinho. "Costumo dizer que aqui é um pedaço da África na cidade", brinca o fundador e coordenador, Paulo César Pereira de Oliveira, 55 anos. O Centro Cultural Orùnmilá, que na língua yorùba significa "somente o céu conhece o seu destino" promove oficinas livres para cerca de 150 jovens e adultos de dança afro, percussão, samba-rock, capoeira, construção de tambores, hip hop, inclusão digital e biblioteca.

E graças a esse trabalho foi reconhecido, este ano, com o projeto Ilé edé dùdú (Casa de Cultura Negra) como ‘Ponto de Cultura’ pelo Governo Federal. "Entre 20 projetos, ficamos entre os quatro selecionados. Depois de 20 anos teremos como remunerar nossos monitores e trazer mais estrutura", diz.


Sempre envolvido com a cultura negra, Paulo comprou uma chácara no bairro há 30 anos e montou nela uma comunidade de matriz negra. Mas percebeu que o trabalho não poderia se limitar apenas à esfera da religiosidade. "A militância no movimento me motivou a ampliar o foco, na luta contra o racismo, no embate da preservação da cultura e no resgate da identidade", explica.

O grupo Afoxé, que levou 208 pessoas ao desfile de Carnaval deste ano, faz parte deste trabalho. "Os ensaios, a composição das músicas e as alegorias, tudo é feito aqui. "E graças ao ponto de cultura e da colaboração de integrantes, o Orunmilá tem agora com um estúdio que permite a grupos de hip hop gravarem cds independentes. Isso sem falar que a rua do centro leva o nome de Orùnmilá. "É um marco no bairro."
14245  Destaques / Nacional / Ministério da Saúde quer implantar "Brasil Sorridente" em Moçambique em: Fevereiro 08, 2010, 01:15:46
Projeto brasileiro que evita a extração de 400 mil dentes por ano pode ser implantado no país africano. Encontro em Brasília debateu acordos entre os dois países na área da saúde

Uma experiência brasileira bem-sucedida em saúde bucal poderá se repetir na África. O Ministério da Saúde pretende realizar um levantamento dos principais problemas odontológicos dos moçambicanos até o fim de 2011. Em parceria com o governo de Moçambique, técnicos brasileiros vão traçar o perfil epidemiológico da população na área de saúde bucal. O objetivo é implantar um modelo de prevenção, baseado no programa Brasil Sorridente, que beneficia hoje 91,3 milhões de brasileiros.

A iniciativa integra o conjunto de 11 projetos de cooperação em saúde desenvolvidos pelo Brasil no país africano. Nesta quinta-feira, 4 de fevereiro, mais de 40 gestores e representantes de vários órgãos ligados ao Ministério da Saúde se reuniram na sede da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), em Brasília, para discutir a execução dos acordos e os principais desafios. O encontro foi organizado pela Assessoria de Assuntos Internacionais de Saúde (AISA) do Ministério.

“O enorme êxito brasileiro nos últimos 20 anos com solução em várias áreas da saúde se tornou um parâmetro para os países africanos porque os nossos problemas de antes são muito parecidos com o que eles enfrentam hoje”, declarou Antonio de Souza e Silva, embaixador do Brasil em Moçambique, durante a reunião na OPAS.

Entre os acordos de cooperação mantidos entre os dois países, está a construção de uma fábrica de medicamentos antirretrovirais em Moçambique e a implantação de centros de regulação de medicamentos e de bancos de leites maternos. Destacam-se também o rastreamento de câncer de mama, de colo de útero e de doenças relacionadas ao tabagismo e a formação de pesquisadores moçambicanos em universidades brasileiras.

“A intensificação da cooperação entre países do eixo Sul-Sul é uma característica do governo Lula. O número de acordos de cooperação técnica assinados na área de saúde, por exemplo, supera o que foi assinado antes”, enfatizou Eduardo Barbosa, assessor para Assuntos Internacionais do Ministério da Saúde.

Até 2003, o país tinha assinado menos de dez acordos internacionais em saúde com países em desenvolvimento. Hoje, são 107 atos firmados com 42 nações financiados pela Agência Brasileira de Cooperação, vinculada ao Ministérios das Relações Exteriores. Desse total, 40 são mantidos com países lusófonos. Moçambique responde por 40% desses acordos. Em seguida vem Angola (23%), São Tomé e Príncipe (17%), Cabo Verde (13%) e Guiné Bissau (7%).

AIDS - A construção de uma fábrica de medicamentos para o combate à aids em Moçambique foi um dos pontos de discussão do encontro na OPAS. O governo brasileiro autorizou, em dezembro de 2009, a doação de R$ 13,6 milhões para a primeira fase de instalação da fábrica de antirretrovirais. Atualmente, 16% da população de Moçambique é infectada pelo HIV.

“A previsão é a de que, até o fim deste ano, Moçambique comece a embalar os medicamentos enviados e fabricados pelo Brasil. Esta será a primeira fase do projeto”, explicou o embaixador Silva. O projeto da fábrica já foi elaborado. Os recursos serão aplicados na adaptação e no desenvolvimento da unidade, na compra de equipamentos e na capacitação de profissionais de saúde no país africano.

Célia Almeida, diretora do escritório regional de representação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na África, ressaltou a inovação brasileira nos acordos, que são adequados à realidade do país beneficiado. “Rompemos com o conceito antigo e tradicional de transferência passiva de conhecimento e tecnologia. A idéia é também valorizar a potencialidade dos recursos locais”, afirmou.

Leia mais em: http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=1450&CO_NOTICIA=11092
14246  Destaques / África / A herança africana de Sandra de Sá em: Fevereiro 06, 2010, 03:30:46
Por: Flávio Laginski


Uma das vozes femininas mais marcantes da música brasileira está de volta. A carioca Sandra de Sá acaba de lançar o seu mais novo trabalho, AfricaNatividade - cheiro do Brasil.

Com todo o swing e levada soul, uma das características do trabalho da cantora, o novo CD vem recheado de material inédito e traz ainda três releituras de seus trabalhos anteriores.

De acordo com a cantora, o novo trabalho privilegia a “música cultural” em detrimento da “música entretenimento”. “O AfricaNatividade vem para carimbar o que chamo de “Música Preta Brasileira (MPB)’. Optei em seguir essa linha para fazer um resgate das nossas culturas. Minha intenção é sacudir o povo, nossas origens, buscar heranças culturais da África que estão em nossas cabeças e nossas almas”, revela.

Ela diz também que é preciso ouvir o álbum para entender melhor o conceito. “Acho importante dar esse destaque para cultura nesse trabalho. Felizmente, as pessoas que escutaram o disco entenderam qual era a minha intenção”, afirma.

Leia mais em: http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/426433/?reference_id=71de1bd0325459d337a9a43c89090741750fddc2
14247  Destaques / Grande Maputo / Feliz 2010! em: Janeiro 01, 2010, 12:08:22
Feliz 2010!

Com muitas realizações e conquistas para o povo de Moçambique!

O Brasil ama vocês!
14248  Destaques / África / Contra a impunidade relativa a crimes de racismo! em: Dezembro 16, 2009, 12:38:49
  Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo, no Brasil, viveu mais um episódio de ódio racial contra a população negra e contra todos aqueles que repudiam, combatem e querem a superação do racismo e das desigualdades na sociedade. No dia 12 último, sábado, um trabalhador negro, Geraldo Garcia, de 55 anos, foi violentamente agredido, na avenida Francisco Junqueira, por três estudantes de medicina. Garcia se dirigia de bicicleta ao trabalho quando foi atingido por golpes de tapetes de borracha. Enquanto o atingiam os agressores gritavam: “ô seu negro, toma seu negro” e davam gargalhadas com a queda e sofrimento do atingido. Fugiram gritando eufóricos e em alta velocidade. O fato foi testemunhado por três pessoas que saíam do trabalho. Justamente indignados, perseguiram, conseguiram deter os agressores e, corretamente, chamaram a policia. Presos em flagrante, os três pretensos futuros médicos foram levados à delegacia. Com o relato das testemunhas, o delegado Mauro Coraucci lavrou o flagrante: crime de racismo inafiançável e imprescritível.
                        Mas OS AGRESSORES ESTÃO SOLTOS, no conforto dos seus lares. Motivo: a justiça acatou os argumentos dos advogados dos agressores e desqualificou a agressão como crime de racismo. Os criminosos pagaram fiança e estão livres.
                        O que toda a sociedade está se perguntando é: se um ato criminoso comprovado honestamente por três testemunhas e confirmado em depoimento pela vítima e acatado devidamente pelo delegado é desqualificado, o que seria necessário para configurar crime de racismo? A confissão solene dos agressores? Se gritar “ô seu negro, toma seu negro” não qualifica a ação criminosa como agressão étnico-racial, o que seria necessário a mais para sensibilizar ou mesmo para esclarecer as autoridades? O que farão os estudantes agressores quando se formarem? Nossos filhos estarão nas mãos deles, mãos sujas de sangue e garantidas pelo tratamento desigual, pelos privilégios sociais e raciais, pela impunidade?
                        Isso apenas reforça as pesquisas que comprovam ser a justiça brasileira cega para o racismo. Confirma o que parece já ser uma prática do judiciário nacional: desconfigurar o crime de racismo através de malabarismos  através de malabarismos jurídicos, e suavizar a interpretação legal das práticas de discriminação racial, garantindo assim a possibilidade de pagamento de fiança e penas mais brandas para os racistas.
                        Só a história pode explicar a impunidade. No País que mais tempo demorou para abolir a escravidão e o chicote, nunca houve punição para crimes raciais. O precedente é por demais perigoso. A própria história mostra. Foi assim na Alemanha antes e durante o regime de Hitler. Foi assim entes e durante o apartheid que vigorou na África do Sul. Foi assim nos EUA durante os anos de terror perpetrados pela Klu Klux Klan.
                        Para que o terror racista não cresça e vigore totalmente aqui, lute! Manifeste-se! Mostre a sua indignação! Combata o racismo geral e o racismo institucional e condene a impunidade. Ou a próxima vítima será você ou seu filho – e os agressores sairão impunes.
 
                                                                                                                                                                                      Ribeirão Preto, 16 de dezembro de 2009
 
Centro Cultural Orunmila

 
O Centro Cultural Orùnmilá convida a todos e todas a unirem-se a nós na luta contra o racismo, manifestando nosso repúdio à violência desferida contra o trabalhador negro Geraldo Garcia no último sábado, 12 de dezembro.
 
Participem da manifestação pública:
 
Dia 16/12/2009 (quarta-feira);
Horário: 20h
Local: Em frente o Centro Universitário Barão de Mauá (Rua Ramos de Azevedo, 423, Jardim Paulista)
 
Centro Cultural Orùnmilá
 
Leiam mais sobre o ocorrido:
 
http://oglobo.globo.com/cidades/sp/mat/2009/12/13/juiz-entende-que-nao-houve-racismo-liberta-estudantes-que-agrediram-homem-negro-em-sp-915180773.asp
 
http://www.band.com.br/jornalismo/cidades/conteudo.asp?ID=239484
 
http://www.parana-online.com.br/editoria/pais/news/415759/?noticia=POLICIA+PRENDE+ESTUDANTES+POR+RACISMO+EM+RIBEIRAO+PRETO
 
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,estudantes-presos-por-racismo-sao-soltos-em-ribeirao-preto,481347,0.htm
 
 
14249  Destaques / Desporto / FIFA - Official Art Poster Edition em: Novembro 26, 2009, 01:14:10
 Grin 17 artistas internacionais, com uma relação especial com o Continente Africano criaram belas e extraordinárias obras sobre futebol, para a arte oficial Poster Edition 2010 - Copa do Mundo da África do Sul ™. Celebridades internacionais como Marlene Dumas, William Kentridge e Romero Britto, bem como talentos emergentes estão representados na emocionante série de obras para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul ™.

Leia mais em: http://almanakutsport.blogspot.com
14250  Destaques / África / Caixa Econômica Federal do Brasil vai levar microcrédito e incentivo à África em: Novembro 23, 2009, 07:58:42
Acordo entre PNUD e Caixa Econômica Federal tenta ampliar atuação internacional do banco e levar microcrédito a pessoas muito pobres



MARCELO OSAKABE
da PrimaPagina


O PNUD fechou um acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF) para ajudar o banco a reforçar suas ações na área social. O apoio inclui tanto programas no Brasil — como microcrédito e incentivo aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio — quanto em países em desenvolvimento, sobretudo na África. Durante dois anos, consultores da agência da ONU vão dar capacitação para que técnicos da Caixa possam melhor formular, implementar, monitorar e avaliar projetos nessas áreas.

O acordo tem três objetivos principais, segundo o coordenador-geral do programa Caixa ODM (Objetivos do Milênio), Laurêncio João Korbes. Um deles é expandir o programa de microcrédito do banco, de modo que ele se estenda a pessoas mais pobres. "O Brasil precisa muito desenvolver esse braço, que é voltado para camadas de baixíssima renda", afirma Korbes.

Hoje, o programa oferece empréstimos de R$ 250 a R$ 5 mil para pessoas de baixa renda. Essa modalidade tem algumas simplificações em relação ao crédito normal — não é necessário apresentar um avalista nem outros tipos de garantias de que essa faixa da população simplesmente não dispõe —, mas há requisitos: é preciso comprovar um ano de ocupação contínua e estar com nome limpo na praça. Com o PNUD, a Caixa vai estudar como ampliar a iniciativa mesmo para quem não consegue cumprir esses requisitos.

Outra meta do acordo, assinado em 9 de novembro, é capacitar a Caixa para que ela atue também no exterior, em programas em países da África, como Namíbia, ou em outras nações subdesenvolvidas, como Líbano e Haiti. O banco, em parceria com o PNUD, manteria contato com governos desses locais para apresentar programas de microcrédito e outros projetos sociais, como construção de casas populares e incentivo à inclusão bancária.

Caixa Objetivos do Milênio

Além disso, a instituição quer reestruturar o programa Caixa ODM. Criado em 2006, ele é voltado a comunidades de baixa renda — como catadores de materiais recicláveis, quilombolas, indígenas e artesãos — e premia todo ano projetos feitos por esses grupos. Além do prêmio, os vencedores recebem o acompanhamento de um comitê de funcionários voluntários do banco, que cuidam de inseri-los em programas do governo, incentivam a inclusão digital e oferecem outras ações. As iniciativas do Caixa ODM são normalmente acompanhadas de outras parcerias, com gestores municipais, universidades e iniciativa privada, o que acaba gerando outros tipos de apoio a essas populações.

A assistência do PNUD consistirá em preparar os funcionários e atuar com eles nesses projetos. Hoje, não há uma forma padronizada de ação para os 90 comitês de funcionários, que acabam atuando de forma "empírica", segundo Korbes. Com a parceria, será criada uma metodologia de gestão e implementação para que o projeto possa medir os impactos nos locais. "O que se precisa fazer é aperfeiçoar esse trabalho, para que o Caixa ODM tenha resultados estruturantes, de forma que possam ser posteriormente medidos. Queremos promover uma mudança estruturada e sustentável”, declara.


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